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Notícias mais recentes
  1. “A força da greve está a ser proporcional à indignação dos professores”
    Mais de 90% dos professores estão a aderir à greve às avaliações que durará pelo menos até ao final deste mês. Se os conselhos de turma não se reúnem, não há entrega de notas e as pautas permanecem em branco. Vinte e três por cento dos alunos do Secundário estão a fazer exames nacionais sem saberem as notas internas. No centro da contestação está a contagem do tempo de serviço congelado aos docentes.
  2. Aulas começam a 12 de setembro e com turmas mais pequenas
    As aulas no próximo ano letivo vão iniciar-se a 12 de setembro e o número de alunos por turma sofrerá uma redução em todos os anos iniciais dos três ciclos do ensino básico, segundo o Ministério da Educação.
  3. Professores têm um milhão de manuais escolares para rever até ao final do mês
    São cinco dias para passar a pente fino 14 manuais do 1.º ao 4.º ano de 75 mil alunos. Feitas as contas: um milhão de livros para analisar. A uma média de 150 páginas por livro, serão 150 milhões de páginas para verificar.
  4. Contra as sucessivas greves, pais sugerem contratos de associação como solução
    A Confederação de Pais e Encarregados de Educação (Confap) defendeu em comunicado, em reação à greve às avaliações em curso, que “deve repensar-se a política educativa sobre os contratos de associação ou outras formas” que permitam escolher a escola.
  5. Sindicatos afirmam que a maioria dos conselhos de turma paralisaram por inteiro
    Os sindicatos de professores disseram ontem que a adesão de 95% registada no primeiro dia de greve às avaliações se deve à paralisação de conselhos de turma inteiros, tendo ainda denunciado pressões sobre docentes.
  6. Nova greve de professores às avaliações arranca hoje e pode durar um mês
    Os professores começam hoje nova greve às avaliações com a contagem integral do tempo de serviço congelado como “questão central”, alertando o Governo que sem respostas esta não será uma paralisação só de um dia ou de uma semana.
  7. “Gosto imenso de uma aula expositiva, mas não de manhã à noite”
    Programas mais curtos. Tempo para “trabalhar de várias maneiras”. Aumento do número de professores por turma, em alternativa à diminuição de alunos. E uma instituição que revisse os programas, de forma periódica. São algumas das ideias de Maria Emília Brederode dos Santos, presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), para melhorar a educação.
  8. Ministro convidado a validar todo o tempo de serviço dos professores
    Grupo de docentes da Iniciativa Legislativa de Cidadãos escreveu uma carta aberta a Tiago Brandão Rodrigues para que o ministro marque uma audiência ou assine uma proposta de contagem integral do tempo congelado. O assunto é delicado. Entretanto já estão marcadas greves para 14 de setembro, primeiro dia de aulas do próximo ano letivo, e para a primeira semana de outubro.
  9. Resultados aferidos, reforçar aprendizagens
    Alunos têm dificuldades em identificar Portugal no mapa, em saltar à corda, em conjugar verbos, em resolver problemas matemáticos. Relatório do IAVE – Instituto de Avaliação Educativa analisou provas de aferição feitas em 2016 e 2017 e concluiu que há matérias que têm de ser reforçadas na sala de aula.
  10. A corda está a esticar. Sindicatos e Governo não se entendem
    Não há acordo sobre os anos, os meses e os dias que serão descongelados aos professores. A luta continua e os recados surgem de todos os lados. As estruturas sindicais avançam com a greve às avaliações e o início do próximo ano letivo poderá ser conturbado. Ministro aponta o dedo à inflexibilidade dos sindicatos e põe fim à negociação. Primeiro-ministro avisa que não há dinheiro para cumprir a vontade dos docentes e Marcelo Rebelo de Sousa não quer comentar a tensão que se adensa.

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